Olá. Espero que estejam bem em casa ou num ambiente controlado e a manter-se ativos neste período. O assunto de hoje tem a ver com marketing , de certo modo, mas sobretudo com o mercado de trabalho, acessibilidades e as barreiras que alguns de nós encontram nos processos de seleçãoo das empresas, que são cada vez mais sofisticados. Para a maioria de nós, sobretudo quando estamos à procura de um emprego digamos "convencional", o processo normalmente inclui uma candidatura, o envio de um CV e talvez uma carta de apresentação, e por fim rondas de entrevistas. No entanto, esse já não é o paradigma para todas as empresas ou todos os processos de seleção. Recentemente inscrevi-me em duas oportunidades para ganhar curriculo e talvez fazer algum dinheiro por conta própria e deparei-me com testes psicométricos. Ora, não foi a primeira vez que eu ouvi falar deste tipo de processo de seleção, pelo que perceho hoje passa-se por eles para se trabalhar até num call ce
Boa tarde. Estive mesmo o mês todo ausente? Não censuro quem tenha deixado de ler as minhas coisinhas... Mas hoje tinha de publicar antes que fosse tarde. Na última publicação falei-vos da Onda Rosa e do Mês da Prevenção do Cancro da Mama, mas depois distraí-me. Só no sábado, em pleno Portugal Fashion , é que soube de uma excelente campanha que tem estado a aconteecr aqui mesmo, em Portugal. Chama-se Don't Be Shy, Touch Yourself e tem tanto de chocante como tocante. A campanha junta Tânia . uma lutadora que sofre de Cancro da Mama, e Luís Carvalho , designer e seu amigo. É uma campanha arrojada e sexy, que incentiva as mulheres a gostarem do seu corpo enquanto as alerta para a necessidade de fazer apalpação como meio de diagnóstico . O produto é a T-shirt, que está a venda no site da marca e da qual 85% dos lucros revertem para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Não podia deixar de divulgar, mesmo que tarde!