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Mensagens

O que é uma "meme" e onde eontrá-las

Olá a todos. Obrigada por me terem recebido de volta. Mesmo sem estar a falar de marketing "a sério".

Hoje vamos voltar ao tópico do marketing digital para falar de algo que todos vemos, todos usamos, mas não sei se todos entendemos. Memes.


Penso que já todos vimos, recebemos e partilhamos nas redes sociais uma imagem destas. No entanto, nem todos sabem o que elas são ou significam - daí o exemplo acima.
A meme - pronunciado mi-me - é um objeto multimédia - normalmente imagem, GIF ou video legendado - que se torna viral nas redes sociais. Mas não só.
O que a diferencia é que ela usa a imagem de alguém - normalmente famoso - e distorce o contexto para tornar a mensagem cómica, satírica ou crítica.
Esta mensagem pode ser sobre o próprio ou sobre um assunto social - os humoristas são muito usados para isto pelas suas expressões faciais, por exemplo.
Em Portugal, as memes tendem a ser mais do tipo cómico-fofinho - cartoons que falam de uma situação qualquer habitual num grupo de…

O que é uma "meme" e onde eontrá-las

Olá a todos. Obrigada por me terem recebido de volta. Mesmo sem estar a falar de marketing "a sério".

Hoje vamos voltar ao tópico do marketing digital para falar de algo que todos vemos, todos usamos, mas não sei se todos entendemos. Memes.


Penso que já todos vimos, recebemos e partilhamos nas redes sociais uma imagem destas. No entanto, nem todos sabem o que elas são ou significam - daí o exemplo acima.
A meme - pronunciado mi-me - é um objeto multimédia - normalmente imagem, GIF ou video legendado - que se torna viral nas redes sociais. Mas não só.
O que a diferencia é que ela usa a imagem de alguém - normalmente famoso - e distorce o contexto para tornar a mensagem cómica, satírica ou crítica.
Esta mensagem pode ser sobre o próprio ou sobre um assunto social - os humoristas são muito usados para isto pelas suas expressões faciais, por exemplo.
Em Portugal, as memes tendem a ser mais do tipo cómico-fofinho - cartoons que falam de uma situação qualquer habitual num grupo de…

Então, como foi o passeio à Area 51?

Olá outra vez. Espero que estejam felizes por ver 2 atualizações depois deste breve silêncio.

Como prometi, hoje vamos falar da famosa invasão da Area 51.

Para quem não sabe, aqui vai o resumo: a Area 51 é uma base militar norte-americana no deserto do Nevada. Por alguma razão, criou-se o mito de que esta base está ligada a uma suposta visita de ETs e que lá se encontra tecnologia de ponta. Os media têm alimentado a história ao longo dos anos.

Há uns meses, um moço criou um evento no  Facebook que supostamente pretendia "invadir" este local extra-secreto e incrivelmente bem protegido pelo Governo dos EUA. O evento ganhou milhão e meio de respostas.

Mas quantos apareceram? Até à escrita desta mensagem pouco mais de uma centena.



Ora bem, vamos lá falar a sério.

Alguém achava que gente de todo o mundo ia voar para os EUA, meter-se no meio do deserto e correr risco de morrer só para...levar um tiro e não ver nada?

Pois não, mas se a ação em si foi um fracasso em termos de descob…

Global Climate Strike

Estamos de volta. Com menos frequência, mas com a intenção de ficar. Ao contrário dos invasores da Area 51 que se "cortaram" no último segundo. Mas já lá vamos - amanhã, okay?

Ontem, 20 de setembro, foi uma data bem peculiar: Global Climate Strike Day.

Na realidade, não entendi bem a iniciativa. Parece que a Decathlon Portugal estava a organizar um evento de cariz ambiental (tem de se mostrar Responsabilidade Social!), e que houve manifestações por todo o mundo para alertar os políticos para a emergência climática...

Até houve uns putos que saíram à rua em Kabul, mesmo com medo do terrorismo, e uma concentração em Paris (hoje), que como de costume deu para o torto por causa dos coletes amarelos mal comportados - vejam só!

Mas pareceu-me que, especialmente em Portugal, foi mais uma meme do que uma iniciativa séria. Eu não sou ambientalista nem aspiro a ser, mas tenho a sensação que neste país se fala imenso em ambiente, se faz imensas greves...mas neste caso uma coisa e a out…

Dia do Blogue

Hoje, 31 de Agosto, é Dia do Blogue. Não faço ideia  porquê nem quem inventou, mas pessoalmente, de todos os dias comemorativos estranhos do ano, este obviamente que me agrada.

Este blogue tem um mês, e portanto estamos a celebrar o Dia do Blogue pela primeira vez, mas a minha história com os blogues já é longa.

Já mantive e fiz parte de vários, maioritariamente clubes de fãs - coisas de adolescente - mas mantenho o meu blogue principal, o TehTeh Uncovered há 9 Verões - embora publique, de modo geral, durante o ano todo.


A história dos blogues é estranhamente bem mais curta em Portugal do que o resto do mundo.

Para terem uma ideia, há 10 ou 15 anos atrás os blogues tinham 100 ou 200 seguidores, a comunicação era de grande proximidade e era preciso muito bons argumentos para convencer qualquer gabinete de imprensa que um blogue era um meio de comunicação sério.

Hoje em dia é diferente. Os blogues são otimixados para SEO e completamente reconhecidos, os eventos já tratam os blogues como…

A Meta que é um ponto de partida

Normalmente a meta vem no fim de um caminho ou prova...certo? Bem, na internet não é assim.

Os websites  podem ter - nem sempre é o caso - atributos meta no seu código HTML. E por mais estranho que possa parecer, esses costumam estar mesmo no topo do código da página.

Os dados meta não são, na realidade, visíveis a maior parte do tempo, e isso acontece porque eles têm uma função específica.

Já adivinharam? Sim, eles servem maioritariamente para fins de indexação do vosso site. ou seja, fazem parte de uma boa estratégia de SEO.


Como podem perceber aqui, os dados meta aparecem no código da página logo abaixo do título da mesma. Isso indica logo que estes dados são descritivos do site.

Na realidade, essa é a principal função das tags meta: definir a descrição do vosso site que vai ser apresentada nos motores de busca.

Se quiserem uma boa analogia, eu diria que estes atributos são como um chip de identificação, que tem todos os dados básicos e relevantes do vosso site prontos a ser aciona…

Deus salve - e guie - a Rainha!

Eu prometi que esta era a semana do marketing, mas não vou poder cumprir. Eu tento ficar fora de certos assuntos - politica - mas há notícias que me deixam a ferver - e não tem nada a ver com a Amazónia.

Hoje de manhã ouvi dizer que o sr. Brexit quer "suspender o Parlamento" para sair da UE como lhe apetecer. Ah, viva a Democracia, certo?

Um Primeiro-Ministro que não foi eleito quer pedir à Rainha de uma das democracias mais antigas do mundo para basicamente estender as férias até ao Halloween só para a Oposição não poder impedir que ele faça aquilo que convenceu a maioria - relativa - da população a aprovar com base em meias-verdades e fake news. Tudo correto, obviamente.

E o melhor? A população já está a abrir os olhos, já não sabe se quer realmente sair da UE - divórcio litigioso nunca corre bem - e está a pensar: "quem é que morreu e disse ao Boris que o país era todo dele?" (Acho que há por aí mais um povo ou dois a fazer perguntas semelhantes, mas não vamos e…

Uma imagem vale mais que 1000 palavras em SEO

"Uma imagem vale mais que mil palavras". Esta frase é definitivamente mais antiga que a internet, mas aplica-se na perfeição ao mundo digital.

Por acaso não vou falar de redes sociais, mas esse seria o exemplo mais óbvio. Uma imagem bem colocada numa rede social pode ditar o sucesso ou falhanço tanto de pessoas como marcas.

No entanto, as imagens também são essenciais nos sites e blogues. Primeiro que tudo, pela razão óbvia - se é mais provável alguém ler um livro ou publicação ilustrada, também é mais fácil fazer essa pessoa carregar num artigo da internet que tem uma imagem atrativa.

Até aqui penso que não há dúvidas.


O que talvez não seja tão óbvio é a importância das imagens como parte da estrutura do site. Um dia hei-de falar-vos de boas práticas no que toca a imagens e texto para sites e para a sua acessibilidade, mas neste caso não falo do aspeto visual.

Um site com elementos multimédia é valorizado em termos de marketing e, mais importante ainda, pelos motores de bus…

Os Hs da vida digital

Acho que já vos disse que vejo muitos paralelos entre o mundo digital e a imprensa. Um deles é a forma como a informação é ordenada num site ou blogue.

Esta organização tem duas vertentes, uma que vou falar hoje e outra que talvez aborde mais para o fim da semana.

O tópico do dia é a forma de organização mais simples: os títulos ou headings.


As headings são complicadas de descrever. Eu penso nelas como títulos, e é um pouco assim que funcionam.

Há dois contextos em que se usa este tipo de código - para construir uma página e dentro de artigos, como em sites noticiosos e blogues.

A segunda forma é mesmo tirada diretamente da imprensa,  e só usa provavelmente da h2 à h4, talvez. Neste caso a h2 (esta é a representação das headings em HTML)  seria o título do artigo, que está numa fonte maior e mais forte, como podem facilmente comprovar.

A h3 e a h4 serão usadas para subtítulos, obviamente por ordem de importância, sendo que as headings ficam mais pequenas e menos visíveis quanto mais a…

Backlinks

Olá. Já não dizia "olá" há algum tempo. Ando a falhar nisso e em publicar consistentemente a horas certas. Mas não se preocupem que estou a tratar do assunto.

De facto, quem se dá ao trabalho de passar por aqui e está à procura de conteúdo sobre marketing vai adorar esta semana, porque ao longo dos próximos dias eu quero desenvolver alguns tópicos ligados com um dos assuntos quentes do marketing digital: SEO.

Eu ainda não estou pronta para mergulhar de cabeça nesse tópico, por isso vamos construir o puzzle devagarinho com dicas de HTML e de conteúdo, pode ser?

Hoje vamos começar com algo relativamente simples na minha opinião: backlinks.


Penso que estarei correta se presumir que a maioria dos meus leitores já viu  um link, ou hiperligação, sabe o que é e também como fazer um.

Ora, um backlink também é um link, só que tem mais peso e importância porque ajuda o nosso site a tornar-se conhecido e reconhecido tanto por leitores como pelos motores de busca - que trazem mais leito…

Uma grande GAFA...

Conhecem a GAFA?

Há muitas siglas no mundo dos negócios, e se calhar ainda mais no mundo da politica. Confesso que esta em particular me apanhou de surpresa, porque nunca me tinha ocorrido agrupar estas quatro empresas tão parecidas mas tão distintas. Aliás, elas até são concorrentes entre si, nalguns casos.

A GAFA refere-se para quem não sabe, a quatro gigantes "digitais" Americanos: Google, Apple, Facebook e Amazon.

E como é que eu descobri isto? Porque aparentemente estas 4 empresas contribuem, sozinhas, para as desigualdades no mundo. Eu tenho as minhas dúvidas, mas enfim.

A verdade é que estas empresas são mundiais, mas têm as suas sedes onde vocês já devem imaginar. E com o protecionismo económico do sr. Trump, estas empresas e as fortunas dos seus donos estão obviamente protegidas.

A questão é que há muita hipocrisia envolvida no assunto. Os EUA estão a taxar fortemente tudo o que não é Americano, especialmente se for made in China, e os países afetados, UE incluída, …

"A Viver de Palestras"

Desculpem lá se me estou a desviar do assunto, mas há realmente coisas de que eu preciso de falar e que eu acho que se enquadram perfeitamente aqui. Até porque neste caso em particular estamos a falar de marketing pessoal, que também importa e muito.

Tenho cá em casa uma revista e ontem deparei-me com uma artigo com o título deste que estão a ler - "A Viver de Palestras". E referia-se ao Paulo Azevedo.

Eu confesso que nunca lhe prestei atenção até ter estado no DDC Samsys há uns meses atrás, mas a dita palestra que ele deu nesse dia foi avassaladora para mim, em particular. Na realidade, ajudou a colocar-me no  caminho em que estou neste momento.

E odeio ver isso a ser menosprezado.

Lá porque uma pessoa não está a fazer exatamente aquilo a que se propôs na vida e não está na ribalta, não quer dizer que esteja num mau momento. Muito menos a ganhar 1250€ por palestra.

E verdade seja dita, se uma pessoa tem algo a dizer que inspira e muda a vida dos outros, qual é o mal de faze…

Fundo Europeu para a Inovação?

Eu disse que ia falar de inovação por estas bandas, e aqui está a prova.

Acabei de ouvir que a União Europeia quer criar um fundo para apoiar empresas promissoras aqui no Velho Continente.

Até aqui tudo bem, na realidade acho ótimo que se apoie as start-ups europeias, que há por aí muitas ideias boas e o crowdfunding não chega para tudo.

O problema é o real objetivo da iniciativa - competir com os gigantes tecnológicos das Américas e do Extremo Oriente. Isso não vai acontecer.


A Europa é o Velho Continente por uma boa razão. Somos das Civilizações mais antigas que existem e temos fronteiras relativamente estáveis em termos gerais há mais tempo que a maior parte do mundo.

Mas vamos lá olhar bem para o cenário. Os Asiáticos sempre tiveram mais jeito para a inovação do que nós, por isso é que nos tornamos tão dependentes ao longo dos tempos. Ainda nem havia comércio propriamente dito e já nos deslocávamos ao Oriente para trazer bens e soluções - daí os Descobrimentos.

E depois desenvolve…

O mito do Marketing Viral

Eu não acredito em marketing viral. Quero dizer, os fenómenos virais existem, mas fazer marketing para que algo se torne viral parece-me uma tarefa...complicada.

Pior, o conceito de algo viral implica uma popularidade súbita, e quem está por dentro do assunto sabe que esse tipo de fenómeno é difícil de sustentar ao longo do tempo.

É por isso que me faz confusão ver por aí pessoas e empresas que promovem serviços de marketing viral.

A viralidade é algo muito próprio da Internet.  São exemplos disso vídeos com milhões de visualizações e que catapultam o seu autor para a fama, campanhas de redes sociais que colocam assuntos "no mapa" ou que angariam fundos de um dia para o outro.

A hype é outra característica dos fenómenos virais. Mas o engraçado da hype é que muitas vezes resulta no popular "muita parra e pouca uva". Não tenho nada contra gerar interesse por um produto com antecedência, mas se ele não cumprir, essa popularidade esfuma-se.

Esse é o problema das supost…

Terrorismo de informação

Sabem o que é terem uma coisa a queimar a língua e não conseguir falar? É assim que eu me sinto, porque se por um lado acho que há coisas que devem ser faladas, por outro prometi a mim mesma que não me ia meter em certos assuntos neste blog.
E não gosto de falar por meias palavras. Soa a coisa super rebuscada e desonesta. Tal como o dito terrorismo de informação
Eu não estou a falar de fake news - embora sejam aparentados, os conceitos. Eu estou mesmo a falar de pessoas e meios de comunicação que difundem informação errada - ou aquela que lhes interessa, apenas - de modo a criar o pânico. Tal e qual um ataque terrorista tradicional. 
É assim que se destroem vidas e civilizações inteiras hoje em dia. É com base no medo que se tomam decisões de peso para países e continentes inteiros. É assim que se escolhem Presidentes e é assim que se arrastam países inteiros para situações de emergência.
É a facilidade que cada um tem de se fazer ouvir, de colocar palavras na boca do outro, de faze…

O ADN da Marca Global

Ter uma marca global é um sonho que parece atingível no século XXI - afinal de contas, estamos todos conectados, compramos produtos de todas as partes do mundo, falamos com amigos que muitas vezes nunca vimos em "carne e osso". Mas não é bem assim.

Pensem em marcas realmente globais e que estão  no mercado há vários anos. Coca-Cola, Nike, McDonald's, Ford, Apple...Facebook?

O que é que a maioria destas marcas tem um comum? Sim, são quase todas norte-americanas, mas mais do que isso. nasceram há 100 anos ou mais, e globalizaram-se durante o século XX - antes da era digital.

De facto, a era digital, com as suas mudanças rápidas e frequentes pode até ser mais um entrave do que um impulso para uma marca que pretende ser global. Muitos tentam e falham.


Criar uma marca global no século XXI não é assim tão diferente de criar uma há 100 anos - só se tem mais meios, um ritmo muito acelerado e mais dores de cabeça.

No fim das contas, é tudo uma questão de marketing, claro. O suces…

Porque é que os meus artigos são curtos?

Porque eu quero que assim seja. E porque não quero que fujam daqui em 2 segundos só de olhar para o tamanho dos artigos. Eu sei - com um artigo curto se calhar fogem em 10 segundos...ou então ficam mais 2 minutos e dão uma vista de olhos no resto do contendo. Estou certa?

Existe um paradigma que parece sugerir que tudo o que é informativo tem de ser longo e ter muita informação: uma aula, uma notícia, um artigo académico. É assim em todas as áreas da nossa vida, e em qualquer parte do mundo.

Mas primeiro de tudo - este blog não é académico, apenas pretende ser informativo. Segundo - as pessoas têm uma atenção cada vez mais reduzida e visão mais cansada de estar o tempo todo a olhar para ecrãs. O que é que eu concluo? Ninguém quer ler artigos longos, muito menos vindos de mim.


Foi por essa razão  que decidi assentar este blog em princípios jornalísticos. Isso quer dizer que os artigos são relativamente curtos e sucintos, não despejam demasiada informação e são mais fáceis de compreende…

Os Slogans ainda se usam?

Sim! Os slogans nunca vão sair de moda, penso eu.

Quando pensamos em slogans, provavelmente associamos o conceito à TV e à radio, mas os slogans são um elemento essencial do marketing que eu acho que ninguém deveria ignorar, mesmo na era digital.

Porque é que eu digo isto? Porque estas "frases feitas" que as marcas inventam para seduzir e vender podem na realidade fazer muito mais do que isso.

Um destes dias eu farei um artigo sobre HTML, e nessa altura vão perceber melhor, se ainda não perceberem, mas um slogan pode ser usado em SEO, para identificar uma campanha ou mesmo como hashtag.

Ora, o que é que todos estes elementos fazem? Ajudam a marca a ser encontrada online, criam empatia com os seus consumidores e claro, aumentam a familiaridade e notoriedade da marca.


Lembro. no entanto, que é preciso ter cuidado na escolha e colocação dos ditos cujos.

Um bom slogan terá uma descrição breve da marca, do produto ou dos seus valores - pensem por exemplo em "Veja Wells"…

Parar é Morrer

Olá.  Estou de volta. E decidi fazer este artigo porque a ironia me parece deliciosa. 3 dias parada e venho dizer que não se pode parar.
Mas infelizmente é verdade hoje em dia. O mundo avança a um ritmo vertiginoso, a Internet "vomita" mais informação do que muitos de nós conseguem processar e qualquer paragem pode custar-nos muito: dinheiro, vantagem competitiva, ficar desatualizado em relação aos outros e à industria em que trabalhamos são só alguns exemplos.
Isto é particularmente verdade para o entretenimento, a comunicação e claro, o marketing digital.

A necessidade de estar ativo nota-se particularmente nas redes sociais. O Facebook manda-vos uma notificação a dizer que "X pessoas gostam da tua Página e querem saber de ti". O Instagram faz o contrário - envia uma notificação de que alguém publicou pela primeira vez desde há muito tempo. 
"Longe da vista, longe do coração" - nunca foi tão verdade. Podemos queixar-nos do Spam, mas se não nos enviarem …

A minha amiga AIDA

Eu tenho uma amiga chamada Aida. A Aidinha é uma querida, está sempre pronta a ajudar e dá bons conselhos para resolver problemas de comunicação. Ela também é gira - tão gira que é um modelo de comunicação e marketing digital.

Não pensavam que ia mesmo falar só de uma amiga minha, pois não?

Deixem-me então apresentar-vos a famosa AIDA.


A AIDA é então uma estratégia usada em copywriting - a minha profissão na maior parte da minha vida adulta - especialmente em blogs, landing pages e email marketing.

A AIDA podia chamar-se Ana Inês Dias Almeida, mas na realidade a sigla refere-se a Atenção,Interesse, Desejo e Ação.

Nesta lógica, devemos começar a nossa mensagem com algo que chame a Atenção - uma exclamação, pergunta ou algo que atinja o nosso leitor e o faça ler, como apresentar um problema que ele conhece.

Depois devemos despertar o Interesse dele, sugerindo que temos uma solução para o problema, por exemplo - mas não dizemos já tudo.

Na fase do Desejo temos de fazer com que o nosso le…

Familiaridade, proximidade, autenticidade - e marketing

Vou contar-vos uma história no início deste artigo. Eu escrevi os primeiros 4 ou 5 de enfiada, e tinha uma mão-cheia de outras ideias quando abri as portas deste espaço. Depois "perdi o gás", e comecei a publicar em tempo real. E o engraçado é que todos os dias venho com ideias de falar de uma coisa e acabo por ser puxada para um assunto ligeiramente diferente.

Estarei a ser vítima do marketing? É que em tempos dizia-se que o intuito do marketing - desculpem, publicidade - era que fossem às compras para trazer alfaces e acabassem com uma frigideira nova no carrinho.

Mas não é de publicidade que eu quero falar hoje. Neste artigo eu quero assumir o papel de um dicionário e discutir 3 palavras bem populares no marketing - especialmente digital - neste momento.

Familiaridade. Proximidade. Autenticidade.


Porque é que vos trago o Funil hoje? Porque ele se impôs quando eu estava à procura de imagens para este artigo. E ao confessar isto, eu estou a ser autêntica.

A autenticidade é p…